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Dicas para quem vai começar a dirigir um carro automático

Dicas para quem vai começar a dirigir um carro automático

Por: Gabriela Rabinovici

No Brasil, os modelos com câmbio automático estão se tornando cada vez mais comuns. O recurso caiu no gosto dos consumidores pela praticidade e conforto, principalmente, no trânsito caótico das grandes cidades.

O câmbio automático diferencia-se do câmbio manual, pela ausência de embreagem, dispensando a intervenção do motorista para passar as marchas. O sistema possui autonomia para detectar a relação entre a velocidade e a rotação do motor e decidir pela troca automática adequada.

Selecionamos algumas dicas para ajudar os motoristas a realizarem uma boa transição. Confira:

– Cada posição de marcha é identificada com uma letra, e cada letra representa uma ação feita pelo câmbio. As siglas são padronizadas no mundo todo e possuem o seguinte significado:

P – Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração.

R – Reverse: marcha a ré.

N – Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.

D – Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.

4 – 3 – 2 – 1 (L): posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra.

– Em hipótese alguma, o motorista deve utilizar o pé esquerdo para acionar o pedal do freio.

– Não sobrecarregue o câmbio com o peso do veículo. Ao parar, coloque a alavanca na posição neutra, puxe o freio de estacionamento e só então coloque na posição P.

– Em descidas íngremes, não use D nem N, pois na primeira, o carro pode ganhar muita velocidade e te obrigar a frear bruscamente, e na segunda o câmbio fica sem lubrificação. Utilize a posição 2 ou “L” e faça valer o freio-motor.

– Não engate a ré quando o veículo ainda estiver em movimento. Pare totalmente o carro, aperte o botão de travamento e só então coloque no “R”.

– Também não engate o “P” com o carro em movimento, pois o tranco pode prejudicar a vida útil do sistema de transmissão.

– Se o carro estiver muito pesado ao subir uma ladeira, ele provavelmente vai ficar alternando entre uma marcha mais alta e uma mais baixa (2ª e 3ª por exemplo). Para evitar esse desgaste desnecessário, desligue o Overvdrive. Ou caso seu veículo tenha uma transmissão automática Tiptronic, faça as trocas manualmente.

– Troque o óleo utilizado na transmissão a cada 45 mil quilômetros rodados.

– O carro deu problema? Então prefira fazer o reboque em um guincho do tipo plataforma, já que as rodas do eixo responsável pela tração de um automático não podem rodar por muito tempo com o veículo desligado, sob o risco de danificar alguns componentes da transmissão.

Independentemente do tipo de câmbio, a manutenção do veículo deve ser feita de forma periódica. Para trocas eventuais de peças e óleo, procure uma oficina mecânica de confiança como a Widmen, presente no Rio de Janeiro e Niterói.

Leia mais:

Mitos e verdades sobre o câmbio automático:

http://www.widmen.com.br/dicasautomotivas/mitos-e-verdades-sobre-o-cambio-automatico/

Câmbio manual x câmbio automático: qual escolher?

http://www.widmen.com.br/dicasautomotivas/cambio-manual-x-cambio-automatico-qual-escolher/

Carlos

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